Todos nós acordamos consternados com a notícia da queda do avião que levava o time da Chapecoense para a Colômbia, onde o time disputaria a final da Copa Sul-Americana nesta quarta feira. Uma tragédia que deu um fim triste a uma história que tinha tudo para ter um final feliz.
Mas, mesmo com toda a comoção, devemos lembrar das lições que a Chapecoense nos ensinou. A equipe da cidade de Chapecó, em Santa Catarina, meio que se tornou o segundo time dos brasileiros. Era pra ser um exemplo: paga os salários em dia, quase não tem dívidas, tem um elenco de jogadores razoável, mas suficiente para grandes feitos, e, acima de tudo, tem uma grande ligação com a sua torcida, quase íntima. Por isso, mesmo sendo considerada uma equipe pequena em relação aos outros times da primeira divisão nacional, até por ser relativamente nova (tem apenas 43 anos), a Chape já mostrou que não tem medo de ninguém. Enfrentou gigantes do futebol sul-americano e se superou sempre, jogando todas as partidas como se fossem as últimas, conquistando assim, a simpatia do Brasil inteiro. Uma história de superação como pouquíssimas. Em 2009, estava na série D, e amanhã, disputaria o título mais importante de sua história. Por essas e outras, ganhou o respeito do adversário, o Atlético Nacional de Medellín, da Colômbia, atual campeão da Libertadores da América, que desistiu do título da sul-americana. A comoção com a tragédia foi geral. Clubes de todas as partes do mundo demonstraram apoio e solidariedade. É uma daquelas coisas que acontecem e a gente fica sem entender. Para aqueles jogadores, o céu era o limite, e hoje ele foi alcançado. Não no sentido figurado, como gostaríamos, mas sim, e infelizmente, no sentido literal.
Mas, mesmo de uma maneira diferente da planejada, a Chapecoense fez o que parecia impossível: uniu todos os clubes do futebol brasileiro, inclusive rivais, em uma corrente de solidariedade. Teve que acontecer uma catástrofe para que os times brasileiros entendessem a força da sua união. Além disso, nos mostrou que com coragem, determinação e união, se vai a qualquer lugar.
Mas, mesmo com toda a comoção, devemos lembrar das lições que a Chapecoense nos ensinou. A equipe da cidade de Chapecó, em Santa Catarina, meio que se tornou o segundo time dos brasileiros. Era pra ser um exemplo: paga os salários em dia, quase não tem dívidas, tem um elenco de jogadores razoável, mas suficiente para grandes feitos, e, acima de tudo, tem uma grande ligação com a sua torcida, quase íntima. Por isso, mesmo sendo considerada uma equipe pequena em relação aos outros times da primeira divisão nacional, até por ser relativamente nova (tem apenas 43 anos), a Chape já mostrou que não tem medo de ninguém. Enfrentou gigantes do futebol sul-americano e se superou sempre, jogando todas as partidas como se fossem as últimas, conquistando assim, a simpatia do Brasil inteiro. Uma história de superação como pouquíssimas. Em 2009, estava na série D, e amanhã, disputaria o título mais importante de sua história. Por essas e outras, ganhou o respeito do adversário, o Atlético Nacional de Medellín, da Colômbia, atual campeão da Libertadores da América, que desistiu do título da sul-americana. A comoção com a tragédia foi geral. Clubes de todas as partes do mundo demonstraram apoio e solidariedade. É uma daquelas coisas que acontecem e a gente fica sem entender. Para aqueles jogadores, o céu era o limite, e hoje ele foi alcançado. Não no sentido figurado, como gostaríamos, mas sim, e infelizmente, no sentido literal.
Mas, mesmo de uma maneira diferente da planejada, a Chapecoense fez o que parecia impossível: uniu todos os clubes do futebol brasileiro, inclusive rivais, em uma corrente de solidariedade. Teve que acontecer uma catástrofe para que os times brasileiros entendessem a força da sua união. Além disso, nos mostrou que com coragem, determinação e união, se vai a qualquer lugar.
A partir de hoje, o futebol brasileiro não tem camisa, nem hino. Todas as torcidas se tornaram uma só. Todos nós vestimos o preto do luto e o verde da esperança de que esse gigante consiga se reerguer das cinzas dessa tragédia. Porque sim, a Chapecoense mostrou hoje que é um gigante.
Somos todos Associação Esportiva Chapecoense!
